Pessoa certa

Deus tem uma pessoa certa para nós? Se tem, devemos espera-la ou procura-la?
Eu tenho duvidas quanto a esta questão por fatos que aconteceram recentes em minha vida, bom vou explicar desde o começo.
Eu conheci uma menina, se tornamos grandes amigos, mais era tudo por facebook e sms, eu só tinha visto ela uma vez na escola mais quando eu a vi, eu senti algo forte, algo diferente, mais isso foi antes de começarmos a se conhecer melhor, então foi só amizade, só que chego um tempo que eu senti algo a mais e pedi uma chance, e ela não queria pq disse que ia estragar a amizade e que nao tava com cabeça pra isso, só que depois descobri que ela tava ficando com uma pessoa e fiquei mau demais por isso e ia parar de falar com ela, só que ela ficou mau demais disse que nunca ia achar alguem como eu, e eu me senti mau e nao parei de falar com ela, continuamos a nos falar e depois de ums dias quando nao toquei mais no assunto ela disse “amanha acho que da para nos ver” e eu disse “pra que?” e ela falo “vc nao disse pra tentarmos? então vamos tentar” e eu fiquei super feliz, só que não se vimos nesse dia, e foi adiando e tau, isso perto do carnaval, e ela foi viajar, então adiou mais ainda, e nesse tempo tipo estamos nos guardando um pro outro, nos falando e nos tratando como meio que namorados, e até que ela disse “te amo” e eu fiquei sem reação e disse só “hum” isso causo uma briguinha mais depois ela disse dinovo e eu meio que me senti obrigado a dizer e eu disse “tbm te amo” e dai em diante ela volto pra cidade, e iamos nos ver mais quase nunca dava, e ela sempre dizendo que me amava e me tratava muito bem, e eu tbm realmente eu tavo apaixonado por ela, e foi adiando adiando, e um dia ela disse que o amor dela era de amigo, e eu fiquei confuso demais, e ela disse que queria mudar isso, e eu aceitei, e ela continuo enrolando pra nos vermos ate que um dia ela disse que nao queria mais pq nao sentia nada, eu fiquei acabado, nunca senti uma dor tão intensa como a de receber aquela noticia, então eu nao desisti e corri atraz dela, me declarei pra ela olhando nos olhos e toda aquela cena apaixonante pq realmente eu amava ela, e ela decidiu dar outra chance, mais enrolou dinovo e me machucou muito e eu resolvi da um tempo e ela disse que nao queria mais nada, e eu fiquei mau pq nao sabia oque fiz de errado pra ela nao me amar e só me ver como amigo, nos afastamos brigamos muito mais muito mesmo, até que voltamos a nos falar e ela disse o seguinte “vc percebe quando ama alguem, quando ora mais pra ela do que pra si mesmo, e então eu percebi que te amava de verdade, e fui pedir confirmação pra deus, e ele disse que vc nao era o certo pra mim e que era pra esperar nele, que ele tinha algo melhor pra mim e pra vc” e eu chorei muito nesse dia pq falei coisas que machucaram ela, e ela tbm falou, foi brigas feias antes disso, e ela fez certo se deus disse pra esperar nele era pra esperar mesmo, mais passou uma semana ela foi pra igreja da amiga dela, e ao sair de la, ela ficou com o tio da amiga dela, eu fiquei pasmo de saber que ela fez isso, de certa forma agiu certo comigo, tirando a parte da mentira, pois ela brincou com meus sentimentos ao invez de dizer a verdade logo, mais eu fiquei mau de saber que ela tava fazendo aquilo, indo num lugar buscar a deus, e sair dele e se denegrir nos desejos carnais pq ela disse que nao gostava ficou pq se sentiu bem perto dele, ou seja, ela contrario oque deus disse a ela ou nao ? pq ele disse pra esperar nele, e esperar nele significa procurar a pessoa que ele prepara ? e outra isso tudo escondido dos pais dela, algo ainda pior, e eu me afastei e dei adeus pra sempre, mais oro todo dia pra que ela, e ainda penso, sera que ela poderia ser a certa pra mim e eu estou desistindo dela? duvidas crueis em minha mente.

9 pensou em “Pessoa certa

  1. Acredito sim que Deus tem a pessoa certa pra fazer parte de nossa vida,devemos fazer nossa parte sim,mas não ficármos procurando porque quem procura acaba encontrando o que pode dar uma grande dor de cabeça e sofrimentos futuros,então no meu entendimento é melhor esperar o tempo de Deus que a pessoa certa virá.

  2. Olá bom dia,

    Creio que Deus quer o melhor para nós. Sendo você cristão, deve procurar alguém que possua a mesma fé que você. A vida é feita de escolhas, Deus prepara alguém e cabe a você decidir se quer ou não. Primeira pergunta: você orou a Deus antes pra saber se é ela mesmo? Você deve avaliar ela não somente como namorada, mas como futura esposa. Deve saber como é o testemunho dela, como trata os pais, essas coisas. Talvez você tenha deixado se levar pela suas emoções e esqueceu de buscar a Deus, (não sei, você é que saberá responder).Na minha opinião pessoal você deve partir pra outra, ela te enrolou muito, e já esteve com outro logo depois. Se ela quisesse alguma coisa já teria te dado uma chance, a verdade é essa. Não sofra por algo que não aconteceu. Você quer e ela não, então não tem jeito. Fica na paz que no tempo oportuno aparecerá alguém. Não acredite nessa história de alma gêmea, essa é só uma desculpa que as pessoas inventam, quando algo não dá certo e se quer colocar a culpa na outra pessoa dizendo: “não é minha alma gêmea” (pesquise depois sobre a origem da lenda). Preocupe-se em ser a pessoa certa e em seguir os padrões bíblicos que as coisas acontecerão. Abraços.

  3. Texto retirado do Blog do Bispo Hermes Fernades (Igreja Reina)
    http://www.hermesfernandes.com/2012/06/orar-ou-beijar.html

    Orar ou Beijar?

    As coisas espontâneas são sempre mais gostosas, elas dão um sabor diferente à vida. E em se tratando das coisas do coração, mais ainda. A gente nunca espera que vá encontrar de repente, da forma mais inusitada, num evento qualquer, aquela pessoa que vai deixar nossos instintos mais aguçados, nosso corpo acelerado e a mente admiravelmente vívida a fim de nos proporcionar a aproximação até esse alguém.

    Nas coisas do amor, é sempre melhor quando acontece assim. Jacó encontrou a Raquel enquanto esta tirava água de um poço. Não se conteve, beijou-a. Imprevisível, oportunista como só ele sabia ser, não se furtou em demonstrar desde o início seu afeto por aquela que foi seu amor maior durante toda a vida.

    Contudo, nem sempre é assim. A espontaneidade vez e outra é aviltada por acordos e formalidades. Foi assim quando dos casamentos arranjados. Verdadeiras prisões para aqueles que não se amavam. Ou mil vezes pior: amavam outro alguém!

    A formalidade adentrou mesmo nas igrejas cristãs! Não sei onde surgiu tal pensamento, mas em algum lugar alguém teve a “bendita” idéia de que haveria de se orar antes de começar a namorar. Fazia-se necessário saber a vontade de Deus. Não poderíamos correr o risco de nos relacionar com alguém não escolhido para nós. Uma espécie de predestinação amorosa.

    Eu mesmo cheguei a comprar essa idéia, infelizmente. Tanto que durante um tempão da minha adolescência e juventude fui um tosco paquerador. Essa história fez muita gente desaprender a namorar. A oração se tornou xaveco malfadado de crente.

    E desse jeito, não há espaço pra conquista, para a sedução e para a doce poesia exalada dos poros dos amantes. O bom e velho jogo da conquista cedeu vez para uma “espiritualização” da vida afetiva dos jovens.

    Orar a Deus diante das nossas escolhas, falar com ele sobre nossos passos, pedir que nos direcione, tudo isso é muito bom e eu também quero sempre agir assim. O grande problema era a forma preestabelecida para que Deus mostrasse seu querer.

    O mais complicado disso é a atmosfera de censura diante dos namoros que não percorressem a via imposta pelos líderes. Namorar sem seguir esses passos era quase o mesmo que estar em pecado.

    Supostamente, se Deus tem alguém destinado exclusivamente para a gente, de certo ele vai preparar tudo a fim de que não erremos a pessoa, e caiamos logo nos braços de nosso amor sem interferência alguma. E é muito importante se preocupar com os “laços do inimigo” – isto é, pessoas que o diabo coloca em nossas vidas para nos desviar dos planos divinos.

    Com isso, a “neura” atingiu a galera. Quem leva a sério aquilo que diz crer, devido à falta de entendimento sobre o assunto, vai cumprir direitinho o que lhe é ensinado. E se não cumpre, imputa a si mesmo as penas psíquicas merecidas pela transgressão.

    Comportamento doentio, envolvimento amoroso sem beleza, dificuldade de se relacionar, isso e muito mais tem marcado alguns homens e mulheres evangélicos.

    Na minha vivência em comunidades cristãs desde a infância, detectei algo que tenho chamado de síndrome da menina ou do menino crente.

    E com a mulher é bem mais grave. Sofrendo desta síndrome, na espera do príncipe encantado e cristão, portador de um estereótipo irrepreensível, quase que sobre-humano, isento de pecados e, ainda por cima, tendo que ser de sua denominação, as jovens mais rigorosas acabam por ficar escanteadas nas suas comunidades de fé e na vida em geral.

    São aquelas que a gente chama de “as solteironas” das igrejas. Geralmente mulheres um tanto já amarguradas, de difícil trato, já algum tempo dadas às fofocas (nem todas, mas muitas, visto que a vida dos outros possui mais emoção que a delas), de quadro progressivamente agravado devido à proximidade da casa dos trinta anos.

    Qualquer mulher não-neurotizada pela religião, engajada em sua vida profissional, certa de sua beleza e simpatia, tranquila quanto a si mesma, não viveria os dramas encontrados entre as jovens das igrejas. Isso porque elas se permitem ser cantadas, se permitem relacionar, acreditam que devem dar a si mesmas a chance de ir em busca da felicidade.

    Com os homens a gravidade talvez esteja em outros aspectos. A porcentagem de jovens evangélicos envolvidos com algum tipo de pornografia é enorme. Qualquer pesquisa honesta realizada nas igrejas revelará o grau de envolvimento e recorrência a esse tipo de escape psíquico-emocional.

    Mal compreendedores de sua sexualidade e do que é um relacionamento amoroso saudável, os meninos acabam por se “guardar”, restringindo seu envolvimento, e muitas vezes – à semelhança das jovens – tendo expectativas ilusórias acerca da “prometida”, eles acabam por lançar mão daquilo que tem em maior abundância na internet: a perversão encontrada no sexo fácil e virtual.

    A espera é longa e o que se espera pode bem ser uma miragem, não um oásis. Daí nunca encontrarem a pessoa ideal.

    E tudo isso porque a sexualidade quase sempre foi um problema para o cristão. Desde a Igreja Católica aos atuais evangélicos, o sexo é tratado como tabu, o prazer como pecado; e com isso, a espontaneidade como tentação.

    O que durante muito tempo trouxe um falso alívio aos católicos foi a ausência do sexo nas mensagens dos sacerdotes e o espírito do “não-praticantismo” muito frequente entre os que se denominavam católicos. Isso tem acabado com o crescimento dos movimentos de renovação e ressurgimentos de padres mais atualizados que têm produzido um movimento paralelo ao pentecostalismo evangélico.

    Seria bom que os jovens cristãos continuassem a orar para namorar, mas que já cheguem diante da pessoa amada “orados”. Que falem com Deus desde o primeiro momento em que mirarem o alvo de seu afeto. E acreditando na inteligência, bom senso e prudência dispensados por Deus. Seria bom também que esses mesmos jovens fossem orientados a não terem medo de se relacionar, pois o que vemos claramente e um afastamento, homem de um lado e mulher do outro…isso não funciona…e nunca funcionará…Mais uma vez eu digo: A santidade é em favor do outro e não uma maneira de se proteger.

    Enfim: Confiando ser aquela pessoa alguém de valor, que parta pra cima!

    Não adianta espiritualizar as coisas. Tudo já é espiritual para quem abriu seus olhos e percebeu que o mundo em que vivemos está intimamente ligado às dimensões espirituais. De forma que comer, beber, beijar e fazer amor é tão espiritual quanto orar, meditar e fazer caridade.

    Por: Humberto Ramos Adaptado por Juliano Fabrício.
    Orar ou Beijar?

    As coisas espontâneas são sempre mais gostosas, elas dão um sabor diferente à vida. E em se tratando das coisas do coração, mais ainda. A gente nunca espera que vá encontrar de repente, da forma mais inusitada, num evento qualquer, aquela pessoa que vai deixar nossos instintos mais aguçados, nosso corpo acelerado e a mente admiravelmente vívida a fim de nos proporcionar a aproximação até esse alguém.

    Nas coisas do amor, é sempre melhor quando acontece assim. Jacó encontrou a Raquel enquanto esta tirava água de um poço. Não se conteve, beijou-a. Imprevisível, oportunista como só ele sabia ser, não se furtou em demonstrar desde o início seu afeto por aquela que foi seu amor maior durante toda a vida.

    Contudo, nem sempre é assim. A espontaneidade vez e outra é aviltada por acordos e formalidades. Foi assim quando dos casamentos arranjados. Verdadeiras prisões para aqueles que não se amavam. Ou mil vezes pior: amavam outro alguém!

    A formalidade adentrou mesmo nas igrejas cristãs! Não sei onde surgiu tal pensamento, mas em algum lugar alguém teve a “bendita” idéia de que haveria de se orar antes de começar a namorar. Fazia-se necessário saber a vontade de Deus. Não poderíamos correr o risco de nos relacionar com alguém não escolhido para nós. Uma espécie de predestinação amorosa.

    Eu mesmo cheguei a comprar essa idéia, infelizmente. Tanto que durante um tempão da minha adolescência e juventude fui um tosco paquerador. Essa história fez muita gente desaprender a namorar. A oração se tornou xaveco malfadado de crente.

    E desse jeito, não há espaço pra conquista, para a sedução e para a doce poesia exalada dos poros dos amantes. O bom e velho jogo da conquista cedeu vez para uma “espiritualização” da vida afetiva dos jovens.

    Orar a Deus diante das nossas escolhas, falar com ele sobre nossos passos, pedir que nos direcione, tudo isso é muito bom e eu também quero sempre agir assim. O grande problema era a forma preestabelecida para que Deus mostrasse seu querer.

    O mais complicado disso é a atmosfera de censura diante dos namoros que não percorressem a via imposta pelos líderes. Namorar sem seguir esses passos era quase o mesmo que estar em pecado.

    Supostamente, se Deus tem alguém destinado exclusivamente para a gente, de certo ele vai preparar tudo a fim de que não erremos a pessoa, e caiamos logo nos braços de nosso amor sem interferência alguma. E é muito importante se preocupar com os “laços do inimigo” – isto é, pessoas que o diabo coloca em nossas vidas para nos desviar dos planos divinos.

    Com isso, a “neura” atingiu a galera. Quem leva a sério aquilo que diz crer, devido à falta de entendimento sobre o assunto, vai cumprir direitinho o que lhe é ensinado. E se não cumpre, imputa a si mesmo as penas psíquicas merecidas pela transgressão.

    Comportamento doentio, envolvimento amoroso sem beleza, dificuldade de se relacionar, isso e muito mais tem marcado alguns homens e mulheres evangélicos.

    Na minha vivência em comunidades cristãs desde a infância, detectei algo que tenho chamado de síndrome da menina ou do menino crente.

    E com a mulher é bem mais grave. Sofrendo desta síndrome, na espera do príncipe encantado e cristão, portador de um estereótipo irrepreensível, quase que sobre-humano, isento de pecados e, ainda por cima, tendo que ser de sua denominação, as jovens mais rigorosas acabam por ficar escanteadas nas suas comunidades de fé e na vida em geral.

    São aquelas que a gente chama de “as solteironas” das igrejas. Geralmente mulheres um tanto já amarguradas, de difícil trato, já algum tempo dadas às fofocas (nem todas, mas muitas, visto que a vida dos outros possui mais emoção que a delas), de quadro progressivamente agravado devido à proximidade da casa dos trinta anos.

    Qualquer mulher não-neurotizada pela religião, engajada em sua vida profissional, certa de sua beleza e simpatia, tranquila quanto a si mesma, não viveria os dramas encontrados entre as jovens das igrejas. Isso porque elas se permitem ser cantadas, se permitem relacionar, acreditam que devem dar a si mesmas a chance de ir em busca da felicidade.

    Com os homens a gravidade talvez esteja em outros aspectos. A porcentagem de jovens evangélicos envolvidos com algum tipo de pornografia é enorme. Qualquer pesquisa honesta realizada nas igrejas revelará o grau de envolvimento e recorrência a esse tipo de escape psíquico-emocional.

    Mal compreendedores de sua sexualidade e do que é um relacionamento amoroso saudável, os meninos acabam por se “guardar”, restringindo seu envolvimento, e muitas vezes – à semelhança das jovens – tendo expectativas ilusórias acerca da “prometida”, eles acabam por lançar mão daquilo que tem em maior abundância na internet: a perversão encontrada no sexo fácil e virtual.

    A espera é longa e o que se espera pode bem ser uma miragem, não um oásis. Daí nunca encontrarem a pessoa ideal.

    E tudo isso porque a sexualidade quase sempre foi um problema para o cristão. Desde a Igreja Católica aos atuais evangélicos, o sexo é tratado como tabu, o prazer como pecado; e com isso, a espontaneidade como tentação.

    O que durante muito tempo trouxe um falso alívio aos católicos foi a ausência do sexo nas mensagens dos sacerdotes e o espírito do “não-praticantismo” muito frequente entre os que se denominavam católicos. Isso tem acabado com o crescimento dos movimentos de renovação e ressurgimentos de padres mais atualizados que têm produzido um movimento paralelo ao pentecostalismo evangélico.

    Seria bom que os jovens cristãos continuassem a orar para namorar, mas que já cheguem diante da pessoa amada “orados”. Que falem com Deus desde o primeiro momento em que mirarem o alvo de seu afeto. E acreditando na inteligência, bom senso e prudência dispensados por Deus. Seria bom também que esses mesmos jovens fossem orientados a não terem medo de se relacionar, pois o que vemos claramente e um afastamento, homem de um lado e mulher do outro…isso não funciona…e nunca funcionará…Mais uma vez eu digo: A santidade é em favor do outro e não uma maneira de se proteger.

    Enfim: Confiando ser aquela pessoa alguém de valor, que parta pra cima!

    Não adianta espiritualizar as coisas. Tudo já é espiritual para quem abriu seus olhos e percebeu que o mundo em que vivemos está intimamente ligado às dimensões espirituais. De forma que comer, beber, beijar e fazer amor é tão espiritual quanto orar, meditar e fazer caridade.

    Por: Humberto Ramos Adaptado por Juliano Fabrício.

  4. Bem a biblia nao da margem para uma pessoa exclusiva para outra Deus nos da o livre arbitrio lembrando que devemos buscar uma pessoa que sirva a Deus e tambem devemos orar para que esse relacionamento seja abençoado e que devemos conhecer bem a pessoa que estamos para depois nao nos arrependet.Que Deus te proporcione o melhor. Espero ter ajudado

  5. Querido irmão em Cristo. E claro que Deus tem uma pessoas especial para cada um de seu filhos, só que o problema e que não temos paciência para esperar em Deus,e quando Deus mostra, não temos paciência de cumprir os passos que serão determinante para o nosso futuro com outra pessoa. 1º namore para casar, no namoro vc devera ter paciência para conhecer sua parceira ou parceiro, tipo gostos atitudes, franqueza, fidelidade a Deus, se é boa filha ou filho, se tem amor pelos Paes, pois se não amar sua própria família ,como amara vc? noivado, tempo de compartilhar as responsabilidades que ambos assumiram depois de casados, fazer planejamentos juntos sempre, lembrando que sempre terão que ceder em alguns momentos, e por fim, Deus nunca trara para perto de vc alguém que traga turbulência, intranquilidade, desconfiança, mentiras, pois Deus é contra tudo isto. Continue orando por ela sim, mais para que ela se converta verdadeiramente, e não para ser sua esposa um dia, pois já ti mostro que não será. abraços.

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